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Dia Internacional da Mulher: dia de luta!

Posted by Administrator on 8 de março de 2015 in ULTÍMAS NOTICIAS |

A mulher jornalista está em todos os lugares. Seja na cobertura de manifestações de movimentos sociais, seja em confrontos das mais diversas categorias com a polícia ou nas rebeliões em presídios ou cobrindo assaltos com reféns e outras tantas notícias… Lá está ela se dedicando para fazer a melhor cobertura.

A mulher jornalista tem atuação política. Além de estar na atuação sindical e/ou partidária, lutando pelos direitos humanos e profissionais da categoria, ela também está nas assessorias de imprensa, elaborando e executando planos de comunicação, gerenciando crises de mídia e atendendo aos assessorados e colegas de profissão.

A mulher jornalista está na academia, buscando cada vez mais aprimoramento na profissão. E, mesmo com tantas atribuições, ainda arruma tempo para se dedicar a uma pós-graduação. E muitas assumem esse espaço do mercado, dividindo o saber com futuros jornalistas nas salas de aula.

A mulher jornalista tem ocupado com destaque o mercado de trabalho. Ela já ocupa a maioria das vagas. Basta ligar a televisão para ver. Ou mesmo olhar ao redor no ambiente de trabalho, seja nas redações ou assessorias de imprensa.

A mulher jornalista é uma administradora por excelência. Ela administra a carreira e, não raro, por conta dos baixos salários pagos no mercado, acaba tendo que conciliar mais de um emprego e ainda cuidar da família e dos afazeres domésticos. Isso sem falar naquelas que chefiam e provêm suas casas e seus filhos. Bem, essas são verdadeiras guerreiras!

A mulher jornalista – assim como todas as mulheres – está onde ela quiser! Mas, ainda é preciso avançar muito nas conquistas, especialmente na igualdade salarial e de oportunidades de evolução na carreira no comparativo aos jornalistas homens. Avançar, entre outras coisas, na concessão de planos que garantam a cobertura da saúde física e mental, além de equipamentos de segurança.

É preciso respeito! E isso está muito além dos ganhos salariais e corporativos. É preciso conquistar também a garantia ao direito reprodutivo; o combate a violência doméstica e familiar, ao assédio moral e sexual no ambiente de trabalho e nas ruas.

E, nessas, e em todas as lutas por respeito, dignidade e direitos da mulher, o Sinjor-PA está solidário e se somando porque entende que esses são direitos fundamentais e  inalienáveis para a construção de uma sociedade mais justa e feliz.

 

SINDICATO DOS JORNALISTAS DO PARÁ (SINJOR-PA)

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